quarta-feira, 19 de maio de 2010

Sei não...

Vi num blog vizinho e resolvi "copiar".
Por essa eu não esperava: agora existe a possibilidade das mulheres fazerem xixi em pé com o OiGirl. E pelo jeito, só eu não sabia. Minha colega mineira disse que já viu o "acessório" pra vender em supermercado, porém descartável (tipo filtro de café).

Mais uma coisa pra carregarmos na bolsa? Na minha não.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Lamentável!


O título pode parecer um pouco pesado, mas foi exatamente o que pensei quando vi/ouvi esses dois fatos que contarei.

Desde minha época da faculdade (2001/2008) sei dos comentários sobre o famoso "tchauzinho" da Rosane Marchetti, no Jornal do Almoço. Há quem não goste e há quem adore. Eu me encaixo no 2º grupo. Acho sensacional. Ela cria um clima descontraído e fica mais "próxima" do telespectador.
Eu já tinha percebido a "coincidência" entre o tchauzinho da Patrícia Poeta com o da Rosane. Porém, assistindo ao Fantástico do dia 02 de maio, meu queixo caiu ao ver o "crédito" dado à Poeta pelo agradável e aceitável gesto. Até os Meninos da Vila Belmiro (Santos FC) brincaram com o fato (vídeo), assinado embaixo pela jornalista (também gaúcha). Lembrando que a Patrícia começou a apresentar o Fantástico no início de 2008. Olha, se isso não foi cópia, é MUITA coincidência mesmo. Lamentável!!

O segundo fato aconteceu no dia 29 de abril, enquanto meu namorado ouvia o Pretinho Básico (Atlântida FM) no carro. Vou ser sincera: DETESTO esse programa, mas como estava "de carona" no veículo, não opinei. O que me desconcentrou e me fez prestar atenção foi ouvir o Alexandre Fetter contar que estava dentro do carro, parado na sinaleira impressionado com o trabalho de um daqueles malabaristas de sinal. "...esse cara era muito bom. Tava só eu na sinaleira, e pá pá pá, tri aplicado, não errou nada, cheio de agilidade. Aí eu pensando, 'Bah, esse cara deve usar crack, ele tem uma coordenação motora muito boa, muito apurada', aí ele veio na janela e eu peguei uma moeda de R$ 0,50 e antes de dar pra ele falei 'Deixa eu ver teus dentes aí'. O moreno abre um sorrisão cara, perfeito o sorriso do cara, branquinho, sem nada. Eu falei: 'Bah, ô meu, mantém esse sorriso branco aí longe do crack. Toma aí R$ 0,50, deve tá precisando pra ajudar no orçamento em casa... blá blá blá." Resumindo: mesmo depois de tudo isso, depois de todo o elogio, depois de saber que o cara está longe das drogas, depois de saber que o malabarista está juntando dinheiro para comprar uma chuteira (esporte é tudibom!), o radialista me dá R$ 0,50 pro carinha????

Eu sei que jornalista não nada em dinheiro, que é melhor contribuir com centavos do que não dar nada, o gesto dele até que foi bacana. Mas admito que fiquei tri decepcionada. Eu achei que ele daria uns 50 pila pro cara. R$ 10 que fosse. Poxa, contando vantagem em veículo de comunicação de massa pra dar essa merreca pro cara??

Sinceramente? Lamentável²!!!

segunda-feira, 22 de março de 2010

E foi...


Um SHOW sem frescura, o do Franz Ferdinand. Foi com esse pensamento que saí [sorridente e satisfeita], às 0h08 do dia 19, do Pepsi On Stage, depois de assistir o melhor e mais apaixonante SHOW da minha vida. Eu sei, todos (ou quase todos) que foram tem dito isso. Mas não me envergonho de repetir.

A primeira impressão que tive foi que o público, pelo menos a maioria, tinha se enganado de "casa". Para todos os lados que eu olhava enxergava pessoas jovens demais (17 anos), ou emos (sim, EMOS!), ou ouvia comentários como "Vamos fazer uma roda punk" (?!). Como assim gente? Roda punk não combina com os lindinhos, engomadinhos e carismáticos Alex, Nick, Bob e Paul.

Mas, td bem, a maioria vence. E depois de conseguir chegar pertinho da grade que nos separa (eu do grupo) - tão perto que enxergava o suor no rosto do Nick - precisei ceder a pressão da "criançada" e sair da multidão. Eu sou sim mto fã do grupo, mas creio que olhei o suficiente pra aguentar empurrões, arranhões, socos, pontapés e "encoxadas". A gota d'água foi quando taparam minha visão. Aí não dava né? Lá na frente e mesmo assim não vendo "os cara"? Dei bye-bye e fui saindo de fininho. Pra onde? Para o mezanino, ora. De lá sim, dancei, gritei, abanei, cantei e ainda me emocionei com a multidão cantando junto. Linda de se ver. E o mais legal de ter "me mudado": vi Kapranos "saracoteando" sem que nenhum fiapo de cabelo tapasse minha visão.

O que eu "desconfiava" foi confirmado: o quarteto é demais! Divertido demais, carismático demais, profissionais demais... Não precisa de "firulas" pra transformar o show em espetáculo, eles fazem o espetáculo com seus próprios instrumentos. Não há necessidade de fotinhos, luzinhas, pirofagia, enfim... essas coisas todas que prendem tanto a nossa visão que nos fazem esquecer o que estamos ouvindo. ELES nos prendem por inteiros. E no final... queremos sempre mais.

Quando será que eles vem de novo?


P.S.: Fotinho: Franzquetes!! :D

quinta-feira, 18 de março de 2010

Today!!!


Tchutchucos!!


É, é hoje o tããão tão aguardado show. O qual comprei ingresso na primeira semana de vendas: em outubro! E contei os meses, semanas, dias e horas. E sonhei. E cantei as músicas. E as decorei. E ensaiei passinhos. E caras e bocas. Imaginando chamar a atenção de um deles. Sim, pq estarei vestindo a blusinha de listras [clássicas] da turma. E no mais... comentarei posteriormente. Hoje a tensão e o fervor me assolam. Ambos BONS, diga-se de passagem.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Teimosia?

Insisto, persisto, gasto todas minhas energias em apenas um aspecto da minha vida, quando deveria focar em algo mais produtivo. Há sinais mostrando que devo ir por outro caminho. No entanto, meu coração teima em querer ficar perto. Não precisa dizer nada, eu sei, só eu posso decidir. Por isso, conselhos já não me servem mais. Nem pergunto, como fazia dias atrás. O que me resta? Criar coragem, força e cair na realidade? Em parte sim. Em outra, sobra tanta lamentação. Tanta mágoa. Tanta angústia, choro, desespero. E tanta, mas tanta saudade. Saudade do que vivi, do que ainda viveria. Saudade dos meus planos. Sim, só meus, não houve de outra parte. Saudade do toque, do cheiro, do cabelo, das mãos... Imensa saudade. Imensa falta.

Eu sei, eu sei, dizem que isso passa. Até acredito. O problema está no "dê tempo ao tempo" ou "o tempo é o melhor remédio" ou ainda "o tempo cura tudo" e assim por diante. Deveriam inventar "tempo" em doses injetáveis. Facilitaria um bocado a vida de um bando de gente. Tenho certeza.